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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Blindagem aeronaval da Amazonia



















Eis aí um bom resultado, daquilo que falamos tempos atrás. O calcanhar de Aquiles do Brasil é o próprio rio Amazonas. Se uma armada alienígena conquistar Belém, ela será dona do Brasil. Não acreditam? Pois vejam a notinha que saiu hoje na coluna do Anselmo, do O Globo, desta sexta-feira, dia 4/09/09, antevéspera da comemoração do dia da Independência.

Os submarinos seriam a primeira linha de defesa do estuário, enquanto os vasos de superfície formariam a segunda linha, mas se essa presença da Armada não for dissuasiva na região da foz do Amazonas, de nada adiantarão as forças terrestres.

O Brasil precisa blindar a Amazonia com uma forte base aeronaval em Belém. Isso é prioridade zero. Haverá também uma base de submarinos, independente da esquadra de superfície, que deverá ser instalada em São Luiz, para os submarinos ganharem rapidamente as águas profundas.

Leiam a crônica "Belém: cidade estratégica" , que publiquei aqui no Correio Vespertino em 28/01/09, que aborda essa fragilidade estratégica nas defesas do Brasil.
P.S 1. o que tem isso a ver com a poesia, me perguntei? parei pra pensar e me perguntei de novo: quem defenderá Macunaíma do gigante Piaimã, que já roubou a muiraquitã e agora quer o resto? Alguém aí sabe?
PS 2. O Chaves, aquele homem esquisito - a reencarnação stalinista de Bolivar - que domina a Venezuela vai fazer uma bomba atômica. Dentro de 12 anos, ele conseguirá produzir a primeira bomba. E aí como ficará a América Latina pacífica, hein hermanos? Vamos pular amarelinha?
P.S 3. Vocês acham que a Venezuela deve ingressar no Mercosul?


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Belém: cidade estratégica

"Belém, capital do Pará. Ano de 2017. Uma esquadra de navios de guerra de uma nação estrangeira acaba de aportar nesta capital. Milhares de fusileiros navais e grande quantidade de equipamentos começou a ser descarregado nas docas apertadas desse porto. Também acabamos de receber notícias do porto de Santarém, onde muitos caminhões, tanques e tropas estão sendo desembarcados naquela área. Tudo indica que não haverá resistência contra a dominação da Amazonia.
Um tremendo alvoroço toma conta do Estado-Maior das Forças Armadas em Brasília, diante da ameaça iminente das tropas inimigas iniciarem sua viagem através da rodovia Belém-Brasília, com vistas a ocupação do centro da República brasileira. Não há como resistir ao poder destruidor do conquistador. Nossas defesas sucumbiram já no mar, com a destruição da armada, tanto com o afundamento de diversos vasos de superfície, como também o naufrágio do submarino nuclear lançado em operações há dois anos passados.
Nota do governo conclama aos brasileiros para não resistirem e fugirem em direção ao sul. Brasília está vazia. Só o governo continua instalado, mas sabemos que o avião do presidente está na pista para uma decolagem imediata. Seu destino é segredo, mas especula-se que deva se refugiar na Bolívia, onde manterá seu governo provisório."
A estorinha é um exemplo de exercício de imaginação, que todos devem fazer, principalmente após a leitura do Plano de Defesa Nacional, recém lançado pelo governo em Dezembro de 2008. Devemos discutir a questão em todos os seus âmbitos e entender como somos frágeis. Uma invasão militar como exemplifiquei acima pode ser uma estratégia muito exequível, se nossos governos não forem conscientes da nova ordem geopolítica mundial.