domingo, 21 de junho de 2015

presunçosos e ressentidos


São tantos e tantos
esses presunçosos e ressentidos
Malditos sejam todos!
Nas intrigas e perfídias, oh insanos,
abrigam-se no lodo da malícia
e envoltos pela eterna sentença,
cumprem em Caim
o destino do escárnio e da inveja.

À solapa penetram seus venenos
nos ouvidos ingênuos
de Otelos seculares,
persuadidos por vis temores,
sucumbem aos conflitos da alma
e rendidos,
desferem o golpe mortal.

Diante do ardil dos fracos covardes,
que jamais herdarão
a pujança dos heróis
e as mãos de Desdemôna,
Fica a dor e o irreparável
a serem transmutados e arrebatados
ao Valhala.
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