quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Nós somos um país paradoxal

O escritor mineiro Luiz Ruffato deve estar com um dilema,
que ainda não resolveu. Diria ele:

-  eu disse alguma mentira, em Frankfurt?

Fico a pensar no sentido desse "desabafo" durante a abertura da Feira do Livro em Frankfurt 2013 : será ele um messias, achando que seus livros serão capazes de transformar o mundo ou ele é a pipoca que quer pular da panela quente?

Não sei responder, mas não gostei mesmo desse discurso. Será que o Ruffato é capaz de falar das seculares mazelas sociais que todos os países do 1º Mundo impuseram aos seus súditos? Calma, seu Ruffato, a carroça anda devagar, nada se transforma só por ler Proust. Aliás, os únicos livros capazes de transformar pessoas e povos, são dois: a Bíblia Sagrada e O Capital. E chega, né!



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